Generali Seguros é boa e confiável?

A Generali Seguros foi fundada em 1831 em Trieste, na época, território austríaco, com o nome de Assicurazioni Generali Austro-Italiche. Suas primeiras ações foram cotadas na Bolsa de Negócios de Trieste em 1857. Forca, solidez e vitalidade, atributos simbolizados na imagem do leão alado de São Marcos adicionado a marca em 1848, impulsionam o Grupo Generali a atingir sua meta de tornar-se o grupo segurador líder na conquista da fidelidade de clientes e corretores nos mercados em que opera.

Geralmente os clientes buscam por marcas consolidadas em outros mercados, e o grupo Generali ocupa a posição de liderança no mercado da Europa Ocidental e um importante espaço em crescimento na Europa Oriental e Ásia.

Atualmente é uma das maiores seguradoras na Europa, com um faturamento total aproximadamente 70 bilhões de euros é considerado o maior do segmento Vida. Presente em mais de 60 países, possui 82.000 colaboradores e 70 milhões de clientes. Atua no Brasil dede 1925 nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, são mais de 300 funcionários no país comprometidos com a excelência no atendimento a clientes e corretores.

A Generali Seguros oferece as proteções através dos seguintes seguros:

– Seguro Auto:
Seguro personalizado, com cobrança realizada com base em coberturas abrangentes e serviços diferenciados, oferecendo seguro auto mais completo. Oferece descontos na rede Localiza e Autoglass.

– Seguro Residencial:
Tranquilidade e conforto para você e sua família, com assistência 24 horas e checkup domiciliar como vantagens do seguro, além de garantias adicionais. Disponibiliza, além das coberturas essenciais, serviços de emergência ou não emergenciais, como fixação de antenas e conserto de eletrodomésticos.

Generali Seguros é boa e confiável?

Infelizmente, segundo a plataforma Reclame AQUI, a empresa é considerada ruim por seus clientes, segundo 854 avaliações. A empresa conta com 2004 reclamações, sendo que 1993 das mesmas foram atendidas, e mesmo com um índice de solução de 66.2%, apenas 21.1% dos mesmos voltariam a fazer negócios com a empresa.

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